Porquê SAEntista?



* Trata-se de um neologismo da autora, que diz respeito ao enfermeiro cientista, estudioso em relação à sua própria ferramenta de trabalho que é a SAE !





Quem gerencia este espaço?



* Dra.Josianne Corrêa Cardoso, Enfermeira em Belém do Pará. Trabalha na área há 16 anos, sendo pós graduada em Oncologia, cursa mestrado em Gestão Pública (NAEA-UFPA)




* Estudiosa no assunto, coleciona livros sobre a SAE e costuma proferir pelestras em locais diversos sobre o tema.





Porquê a criação deste espaço?



* Compreendendo a dificuldade de alguns enfermeiros em adquirir livros sobrea a SAE, aliado à escassez de tempo que eles têm para se desenvolver no assunto, resolveu-se dar esta pequena contribuição, repassando o que se conseguiu aprender ao longo destes anos.



Um abraço carinhoso a todos os visitantes deste espaço!





segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Prescrição de Enfermagem (PE)

Uma colega de trabalho me trouxe uma proposta de um impresso estruturado sobre prescrição de enfermagem. Quanto mais diversificada é a clientela onde esse impresso será utilizado, pior. Tentei explicar-lhe que, primeiramente, deve-se identificar qual a clientela. É impossível de se estabelecer um impresso de prescrição comum para todos. Nem mesmo a coleta de dados deveria ser única! O impresso de investigação e o de prescrição precisa ter "a cara" da clientela. Se é numa clínica hematológica, nefrológica, ou até mesmo uma clínica ortopédica, podemos pensar no caso. É que para prescrevermos de modo completo e científico, devemos atentar para o seguinte, na redação: - Verbo no infinitivo (fazer, levar, aplicar e etc) - O quê (curativo, compressa, mudança de decúbito e etc) - Onde (na perna, nas face lateral da coxa E, no MID e etc) - Como (opcional - decúbito elevado, pouca fricção, compressivo e etc) - Com o quê (solução salina, colagenase, água morna e etc) Estão vendo? Esses são os ítens indispensáveis ao se elaborara a PE. Não basta prescrever. Tem-se que fazer pautado na ciência! Não podemos dar margem para dúvidas e fazer a chamada "prescrição oral". O que não é registrado, pode não ser feito. O quem não fez como deveria, tem respaldo, pois não estava escrito... Se temos como fazer isso no computador, se houver a possibilidade de se trabalhar com os chamados soft wares, maravilha! Caso não, vamos redacionar mesmo. E cuidado com o portugês e principalmente com a caligrafia. São ítens indispensáves no nosso trabalho, afinal de contas, somos graduados e "pega muito mal" não atentar para isso. NOTA: se você é um enfermeiro que costuma ser consultado com relação à SAE, cuidado ao avaliar alguns impressos e tirar algumas dúvidas, para não desmotivar quem o procurou. Podemos passar a falsa impressão de que discordamos para demonstrar conhecimento ou para diminuir o colega. Mostre a literatura consultada e incentive a melhorar, mostrando o caminho. Tudo isso é importante para adquirirmos mais adeptos à aplicação da SAE.
Vejam alguns modelos para analisarmos (clique em cada figura para ampliar):

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